Após a tragédia, é bom pensar – Como você quer ser lembrado?

legado

Um antigo sábio escreveu que um funeral é uma boa ocasião para pensarmos em nossa própria vida, especialmente no nome – ou fama – que estamos adquirindo. Então, considerando os eventos recentes, vamos pensar: Se fosse uma peça de teatro, qual dos “papéis” você faria melhor?

Antes de mais nada, um disclaimer: Não estou fazendo juízo de valor quanto às afirmações que estão aparecendo na mídia – apenas aproveitando para reflexão própria. Se quisermos tirar algo de valor, não importa quem foi “mocinho” ou “bandido” nessa história – o importante é o que podemos aprender e fazer, para nosso próprio crescimento

A gasolina não foi calculada para imprevistos…

Temos de reconhecer: O famoso “jeitinho brasileiro” na maioria das vezes é mal aplicado – ao invés de achar um jeito de fazer as coisas melhor, achamos um jeito de fazer o mínimo… “está bom assim, para que fazer melhor?” Pode parecer “levar vantagem” – mas é mesmo?

  • Você desconsidera as margens de segurança, quando as coisas estão difíceis (prazos, custos)?
  • Procura maneiras melhores de fazer seu trabalho?
  • Quando você está dirigindo, faz questão que todos os seus passageiros usem cinto?

whistleblowerEstava errado, mas pela insistência…

Quando alguma coisa acontece, não falta gente apontando motivos, erros anteriores, etc. – mas será que antes do problema ninguém sabia dos erros?

Um “whistle-blower” significa literalmente alguém que “apita” – avisa quando alguma coisa está errada.

  • Se você percebe um erro num processo da empresa, e não for sua responsabilidade, procura avisar quem tem autoridade para resolver?
  • Se for sua responsabilidade, será que você cede sob pressão? Dependendo dos riscos envolvidos, está disposto a se expor, “apitar” mais alto, para evitar problemas maiores?

“Minha família, certa ou errada”

De acordo com a Wikipedia (em inglês), um certo Stephen Decatur cunhou a frase “nosso país… certo ou errado, nosso país!”. E essa postura está ficando cada vez mais comum – não importa o que aconteceu, se é da minha família (ou empresa, ou outro “corpo”) eu vou proteger.

  • Se o seu filho se comporta mal na escola, você culpa a professora (mesmo que “parcialmente”)? Quem vai protegê-lo quando ele começar a trabalhar?
  • Se um parente comete um erro sério, você esconde o fato? Ou procura ajudá-lo a reconhecer o erro, aceitar as consequências e se esforçar para não repetir?

coracao-no-trabalho“Não sou pago pra isso!”

Como é possível que um time “pequeno”, de interior, chegue longe? Porque todos colocavam o coração naquilo que faziam – não mediam esforços para fazer as coisas darem certo,

  • Se o seu emprego não é o que você sonhava, e você está procurando outro, mesmo assim você faz o melhor?
  • Será que você pensa que “não sou pago para isso”?
  • O que vem primeiro: seu desempenho, ou um aumento de salário?

Não importa se o seu chefe ou sua empresa merecem – você é o principal beneficiado pelo seu próprio esforço.

Vamos fazer um mundo melhor?

Num mundo comandado pelo lucro e medido pelo bolso, não vamos nos iludir – egoísmo e ganância vão continuar sendo os principais “motores” da maioria das pessoas. Mas a questão não é essa – é o que você quer ser. Se você quiser, você pode ser diferente – para melhor.

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