Ou de como os “clássicos” ainda podem ser muito atuais… Ou de como “empreendedorismo” não é só para dono de Empresa… Ou de como as grandes lições de vida podem vir em embalagens pequenas…

Você já ouvir falar do livro “O velho e o mar”, de Ernst Hemingway? A história de um pescador que após 84 dias sem pegar nada sai sozinho, enfrenta o mar e o maior peixe que já tinha visto, pode não estar na lista dos “mais lidos” para empreendedores, mas veja as lições que se pode tirar:

Nunca Desista

Sentiu-se de novo a desmaiar, mas segurou no grande peixe com quanta força pôde… “Puxem, mãos. Aguentem, pernas. Cabeça, não me falhes. Não me falhes. Nunca me falhaste. Desta vez, apanho-o.” Mas, quando empregou a fundo o seu esforço, começando muito antes de o peixe estar ao pé do barco, aquele voltou-se, endireitou-se, e nadou para longe…

A boca, muito seca, não o deixava falar, mas não podia chegar à água. “Já não aguento muitas mais voltas. Sim, aguentas, disse consigo. Aguentas como nunca”… “Agora estás tu a perder a cabeça, pensou. E não deves perder a cabeça. Não a percas, e aprende a sofrer como um homem. Ou como um peixe”.

— Reanima-te, cabeça — disse numa voz que mal ouvia. — Reanima-te. Duas vezes mais aconteceu o mesmo. “Não sei”, pensou o velho. Estivera a ponto de sentir-se morrer, de cada vez. “Não sei. Mas torno a tentar”.

O Líder faz amigos leais

— Que tens para comer? — perguntou o rapaz.

— Um tacho de arroz de peixe. Queres?

— Não. Como em casa. Queres que eu acenda o lume? — Não. Acendo-o eu depois. Ou como o arroz frio.

— Posso levar a rede?

— Claro que podes.

Não havia rede, e o rapaz lembrava-se de quando a tinham vendido. Mas todos os dias representavam esta cena. Também não havia tacho de arroz, o que o rapaz também sabia.

Quando o rapaz voltou, o velho adormecera na cadeira e o sol pusera-se já. O rapaz tirou da cama o velho cobertor da tropa e lançou-o sobre as costas da cadeira e os ombros do velho.

[rapaz] Agora voltamos a pescar juntos.

— Não. Eu não tenho sorte. Já não torno a ter sorte.

— Para o diabo a sorte. Eu levo a sorte comigo.

— E que dirá a tua família?

— Quero lá saber! Pesquei ontem dois. Mas havemos de pescar juntos, que eu ainda tenho muito que aprender.

A sorte ajuda – mas esteja preparado

“É preferível ter sorte. Mas eu prefiro ser exacto. Assim, quando a sorte vem, está-se pronto para ela”

Não despreze seu adversário

“Tu estás a matar-me, peixe, pensou o velho. Mas tens todo o direito. Nunca vi uma coisa maior, ou mais bela, ou mais serena ou mais nobre do que tu, meu irmão. Vem e mata-me. Não quero saber qual de nós mata”.

Leia o livro!

Vale a pena – são apenas 37 páginas no original em inglês (tipo miúdo…), e 49 na versão em português.

Acompanhe nossos artigos

Responda nossa pesquisa e concorra a cursos gratuitos!

Visite nossa páginae inscreva-se – estamos sempre preparando novidades!

Curta nossa página no Facebook, para receber os artigos que publicamos semanalmente no blog.

Conheça nosso canal no YouTube e veja o que já estamos fazendo.

Um abraço,

Ricardo Monteiro – equipe Trilia

contribua com um comentário

Que tal um belo desconto nos cursos da trilia?
Responda o formulário

Workshop de Angular

Receba mais informações e participe deste evento!
ENVIAR
close-link